quarta-feira, 17 de setembro de 2008

TODO AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA

Eu quero a sorte de um amor tranquilo...

5 comentários:

Marcelo Ritter disse...

Quem não quer?
:)

Eduardo Caringi Raupp disse...

Essa frase é o ponto de partida de um texto que escrevi lá no blog, "vivendo com sofreguidão". Mais do que amor tranqüilo, é preciso "algum veneno antimonotonia".

Eduardo Caringi Raupp disse...

Ficamos assim então. “Deixe estar” a sorte de um amor tranquilo, com a “pimenta” do veneno antimonotonia. Ou seria o reverso???

Parte del Aire disse...

Amor tranqüilo? Cazuza mesmo dizia que era preciso ter uma bomba, um flit paralisante qualquer, para poder se livrar do prático efeito...Veja só o que alimentava a alma do poeta...E para de reclamar de barriga cheia!

Mel Prates disse...

Parte del Aire. Pára de me provocar senão vou te censurar...rsrsrsrs

Quem dera eu estivesse de barriga cheia mesmo... E o amor que eu conheço agora não é naaaaada tranqüilo. É um flit paralisante. Isso sim. Daqueles que faz faltar até o ar... e ainda por cima esse amor não é meu!